a c e b o o k
  • Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

workshops forcabe 543w por 1050H AutoNailArt

FullSizeRender 11

O "Zé" Cruz estreou-se em mundiais há cerca de duas semanas, no seu primeiro ano de Júnior, e chegou a Portugal como campeão do mundo e três medalhas. Este jovem patinador foi a grande sensação portuguesa em Novara e, claro, que o fomos entrevistar

Plurisports: Uma medalha de ouro, uma de prata e outra de bronze. Uma de cada cor no teu primeiro mundial. Como foi esta experiência?

José Cruz: Confesso que foi surreal, 3 medalhas no mesmo mundial com apenas 17 anos, deixa-me super orgulhoso de mim mesmo!

lurisports: E como é ser campeão do mundo? 

JC: Ser campeão do Mundo é o título máximo da patinagem apesar de no meu caso, por ser júnior, a importância não ser tanta. Mesmo assim, é um reconhecimento do meu esforço e valor. Ser campeão do Mundo tem sido até agora uma alegria constante.

P: Em Pares de Dança foste terceiro, com a Daniela. Surpreendidos pelos norte americanos, como analisas esta competição?

JC: Confesso que foi a medalha que mais me surpreendeu, após todos aqueles anos que ficamos fora do pódio em competições internacionais, chegarmos ao escalão júnior e ganharmos o Europeu e ter uma medalha mundial é tão reconfortante e é realmente a prova que "quem espera (e trabalha) sempre alcança..."

P: Em Quartetos, mesmo com algumas falhas, ficaram em segundo. Foi o cansaço acumulado, estavam nervosos? Acabou por ser um bom resultado, não?

JC: Sem dúvida um excelente resultado! Vice-campeões do Mundo na nossa estreia mundial! Sim é verdade que tivemos algumas falhas, mas para ser sincero a minha queda foi resultado da emoção e adrenalina que percorria o meu corpo, é a única explicação plausível.

P: Apesar de ser um escalão (Junior) mais exigente, tens tido mais uma vez uma época excelente, imbatível na verdade. Encaraste esta nova fase de outra maneira, com novos métodos, expectativas ou objetivos?

JC: Encarei esta nova fase da mesma forma que faço todos os anos, treino, dou o meu melhor, sem pressão, sem olhar a concorrência (pois a minha verdadeira concorrência sou eu), na altura das provas faço aquilo que sei e aquilo que mais gosto, é a minha receita para que corra tudo bem.

P: Em 2017 serás novamente Junior, irás defender vários títulos importantes. A responsabilidade será outra?

JC: Mesmo escalão responsabilidade acescida, é verdade. Porém na próxima época vou seguir novamente a minha "receita" e há de correr tudo bem.

P: Tens algum tema, alguma música, interpretação que gostarias de patinar nestes próximos anos?

JC: É curioso, pois eu não tenho nada em mente. Mas estou sempre pronto para um novo desafio.

P: No meio de muitos treinos, várias provas, viagens, etc, onde fica o José Cruz não patinador? O José Cruz em casa é como? Divertido? Descontraído?

JC: Podem-me tratar por Zé! Não existe Zé não patinador, pelo menos nunca o conheci. A patinagem está entranhada em mim de uma forma que não será possível sair. O Zé Cruz dentro e fora dos treinos e competições é praticamente igual, só que nos treinos é mais alto (por causa dos patins). Tento sempre divertir-me, independentemente da atividade que estiver a participar, sou descontraido, talvez até demais, e tento viver a vida ao lado de quem mais gosto e que sei que realmente gosta de mim.

Sponsored by: 

workshops para rodapé Noticias AutoEpilação

 

14199671 10206320842613831 9143277625949076845 n

A Juventude Pacense esteve mais uma vez em destaque no campeonato da Europa e desta vez arrecadou duas medalhas, uma de prata e uma de bronze. Estiveram presentes com quatro participações, apenas em Cadetes e Juvenis, fizeram e história e agora alguns já se preparam para a Taça da Europa. A Plurisports fez algumas perguntas ao seu treinador Pedro Craveiro e a Diogo Craveiro.

Plurisports: Que comentário tem ao desempenho das quatro participações que teve no Europeu?

Pedro Craveiro: Estamos muito satisfeitos com a prestação dos nossos atletas que honraram o nosso país, o concelho e o clube. Por isso, queremos, uma vez mais, dar-lhes os nossos parabéns. Fazemos das suas prestações um balanço muito positivo, quer em termos de qualidade quer em termos de resultados. O título de vice-campeão europeu de livres, cadetes, 2016, é o corolário de um caminho em que Diogo Craveiro se tem mostrado ao mais alto nível e surge após vencer em 2015 a Taça da Europa. A medalha de bronze do par artístico, Catarina Craveiro/ Diogo Craveiro, em cadetes, foi uma aposta ganha, um desafio que nos enche de emoção e que nos dá um enorme ânimo para continuar a trabalhar mais e melhor, principalmente quando se faz história na modalidade. Catarina Andrade, sétima classificada em patinagem livre, cadetes, mostrou ser capaz de estar entre as melhores. Fez os programas curto e longo com poucos erros e nos períodos de aquecimento que antecedem as provas concretizou, com sucesso, todos os seus elementos técnicos. Este aspecto é, para nós, muito importante, porque sabemos que está cada vez em melhor forma e com capacidade para o demostrar no momento certo. A forma corajosa como a Lara Santos enfrentou este Campeonato Europeu impressionou-nos. Não é fácil fazer um campeonato europeu com uma lesão muscular no membro inferior direito que a impediu de treinar durante uma semana após o dia 15 de agosto. Apesar de estar limitada na perna de recepção dos saltos e não poder fazer os piões de classe A com a perna direita (invertido e calcanhar) a Lara melhorou, naquilo que lhe foi possível, a sua prestação em relação à sua última prova internacional.

P: É um passo importante a conquista da medalha em Pares Artísticos para o desenvolvimento da disciplina em Portugal?

PC: Desde há 18 anos que Portugal não levava um par artístico a um campeonato da Europa. O último par cadete que participou foi a Clara Mafalda Sousa/ Paulo Marques, do CSPAlfena, em 1998, em Hanau, Alemanha. Assim, conseguir uma medalha de bronze numa prova sem um português no corpo de juízes valoriza, ainda mais o resultado obtido, que poderia ter ido à prata... Agora os treinadores portugueses que queiram trabalhar os pares artísticos podem contar com a nossa ajuda para trabalharmos no sentido do crescimento desta especialidade.

P: A Patinagem Livre portuguesa está a desenvolver-se junto das grandes potencias europeias e mundiais?

PC: Afirmativo. Penso que Portugal está a evoluir. Mas Portugal deve conseguir evoluir nas várias especialidades, pois assim seguirá o melhor caminho. O desenvolvimento apenas de uma especialidade cria sempre deformidades no crescimento sustentável de uma modalidade.

P: Que necessário para ir do top 10 para o top 5 ou 3?

PC: Muita coisa... Existem muitas lacunas. Na patinagem livre para irmos para o Top 5/3 temos que ter cursos de treinadores nível 3 e projectos similares aos espanhóis que têm nas suas equipas ligadas ao treino de acompanhamento dos atletas/ treinadores internacionais, psicólogos, choaching, fisioterapeutas, coreógrafos, etc. Para além disso, deveríamos ter protocolos com Faculdades do Desporto para conseguir rentabilizar de forma sustentável e científica o imenso talento que temos.

Diogo Craveiro saiu da Alemanha com duas medalhas, fazendo história com a sua irmã Catarina na disciplina de Pares Artísticos, onde conquistaram o bronze. A Plurisports também lhe fez algumas perguntas.

Plurisports: Como te sentiste ao vencer a medalha de prata numa competição tão difícil que é a masculina?

Diogo Craveiro: Senti que todo o meu trabalho finalmente está a começar a dar frutos e senti-me muito recompensado por isso.

P: Achas que poderias ter conseguido outro resultado melhor?

DC: Sim, poderia ter tido um melhor resultado se não tivesse falhado nenhum elemento técnico em ambas as provas. Apesar disso o meu objetivo nesta competição era alcançar um lugar no pódio, colocando-me assim entre os três melhores atletas a nível europeu.

P: E Pares Artísticos como é conseguir fazer história para o teu país?

DC: É uma das melhores sensações sentir que as pessoas mais velhas, que admiro, me tenham dado os parabéns por eu ter conseguido algo inédito nos pares.

P: É uma disciplina que, a par da tua carreira a solo, queres continuar a apostar? São compatíveis? 

DC: Sim, quero continuar a apostar nas duas da mesma forma. Sim são compatíveis, uma vez que ambas são da especialidade de Patinagem Livre e completam-se, já que a destreza num par artístico em termos de figuras de elevação, piões de contacto e saltos lançados não se consegue efetuar na Patinagem Individual e, para mim, esses elementos são os mais espetaculares da Patinagem Artística a par dos saltos individuais.

Sponsored by: 

workshops para rodapé Noticias AutoEpilação

 

 

13164472 10201826463219162 6713147234379876403 n

No passado sábado, durante o Torneio Nacional de Benjamins 2016, a Patinagem Artística nacional assistiu a um feito histórico. Pela primeira vez uma patinadora da ilha da Madeira sagrou-se campeã nacional, e logo no escalão mais novo em competição a nível nacional. A Plurisports em exclusivo falou com a treinadora de Madalena Costa, do Sporting Clube Santacruzense, Sheila Rodrigues, que também é a sua mãe.

Plurisports: Que sensação foi ter a primeira atleta campeã nacional? Com a particularidade de também ser sua filha. 

Sheila Rodrigues: Foi a sensação de dever cumprido. Foram horas de trabalho, dedicação, esforço, empenho, entre lágrimas e sorrisos, mas que não foram em vão e acabámos por alcançar o melhor resultado possível. O facto de a Madalena ser minha filha, foi "a cereja no topo do bolo". É uma sensação difícil de adjectivar. Esta vitória tem muito mérito dela, pois tem uma capacidade de trabalho, de extrema dedicação e de superação nos desafios diários, que não é fácil encontrar em meninas de 7 anos. Quem está nesta modalidade sabe a importância do "Momento" em que se disputa a prova e ela teve capacidade de controlar a ansiedade, abstrair-se de tudo o que a envolvia e mostrar que o mais importante é desfrutar da paixão que tem em patinar! Foi brilhante, tal como o é nos treinos. Foi um triunfo inequívoco e justo.

P: É o escalão mais jovem a ter competição a nível nacional, muito irá mudar ainda, como pretende manter a competitividade da Madalena?

SR: Esta medalha tem uma dupla vertente, pois se por um lado é uma recompensa pelo que ela tem vindo a fazer até agora, é também um incentivo para o futuro, e para a necessidade de continuar a trabalhar. Vimos frequentemente ao continente de forma a que ela possa patinar com meninas habituadas a outros ritmos competitivos. Aproveito para agradecer à Juventude Pacense, que nos faz sentir em casa, destacando o Pedro Craveiro e a Dora Cunha que foram, sem dúvida, uma mais valia na evolução e aprendizagem da Madalena.

P: O que achou da competição no geral, o nível, as atletas, o campeonato? 

SR: Havia várias atletas com um bom nível e já com bons elementos. Creio que estamos perante uma nova vaga de atletas de qualidade. Não nos podemos esquecer que estas jovens atletas são o futuro da modalidade e que as bases são os pilares de tudo o que vão fazer no futuro. Se não tivermos bases não podemos construir uma carreira desportiva bem alicerçada. 

P: Será um estímulo para todos os patinadores que praticam esta modalidade no arquipélago da Madeira?

SR: Espero que seja um estímulo para as atletas das ilhas, porque a distância limita imenso, mas este resultado mostra que quando acreditamos, trabalhamos, nos dedicamos e sacrificamos, e se patina com paixão/amor é possível lá chegar. Não é proibido sonhar...

Veja aqui todos os resultados do Torneio Nacional de Benjamins 2016.

Sponsored by: 

workshops para rodapé Noticias ExtensãodeCabelo