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O "Zé" Cruz estreou-se em mundiais há cerca de duas semanas, no seu primeiro ano de Júnior, e chegou a Portugal como campeão do mundo e três medalhas. Este jovem patinador foi a grande sensação portuguesa em Novara e, claro, que o fomos entrevistar

Plurisports: Uma medalha de ouro, uma de prata e outra de bronze. Uma de cada cor no teu primeiro mundial. Como foi esta experiência?

José Cruz: Confesso que foi surreal, 3 medalhas no mesmo mundial com apenas 17 anos, deixa-me super orgulhoso de mim mesmo!

lurisports: E como é ser campeão do mundo? 

JC: Ser campeão do Mundo é o título máximo da patinagem apesar de no meu caso, por ser júnior, a importância não ser tanta. Mesmo assim, é um reconhecimento do meu esforço e valor. Ser campeão do Mundo tem sido até agora uma alegria constante.

P: Em Pares de Dança foste terceiro, com a Daniela. Surpreendidos pelos norte americanos, como analisas esta competição?

JC: Confesso que foi a medalha que mais me surpreendeu, após todos aqueles anos que ficamos fora do pódio em competições internacionais, chegarmos ao escalão júnior e ganharmos o Europeu e ter uma medalha mundial é tão reconfortante e é realmente a prova que "quem espera (e trabalha) sempre alcança..."

P: Em Quartetos, mesmo com algumas falhas, ficaram em segundo. Foi o cansaço acumulado, estavam nervosos? Acabou por ser um bom resultado, não?

JC: Sem dúvida um excelente resultado! Vice-campeões do Mundo na nossa estreia mundial! Sim é verdade que tivemos algumas falhas, mas para ser sincero a minha queda foi resultado da emoção e adrenalina que percorria o meu corpo, é a única explicação plausível.

P: Apesar de ser um escalão (Junior) mais exigente, tens tido mais uma vez uma época excelente, imbatível na verdade. Encaraste esta nova fase de outra maneira, com novos métodos, expectativas ou objetivos?

JC: Encarei esta nova fase da mesma forma que faço todos os anos, treino, dou o meu melhor, sem pressão, sem olhar a concorrência (pois a minha verdadeira concorrência sou eu), na altura das provas faço aquilo que sei e aquilo que mais gosto, é a minha receita para que corra tudo bem.

P: Em 2017 serás novamente Junior, irás defender vários títulos importantes. A responsabilidade será outra?

JC: Mesmo escalão responsabilidade acescida, é verdade. Porém na próxima época vou seguir novamente a minha "receita" e há de correr tudo bem.

P: Tens algum tema, alguma música, interpretação que gostarias de patinar nestes próximos anos?

JC: É curioso, pois eu não tenho nada em mente. Mas estou sempre pronto para um novo desafio.

P: No meio de muitos treinos, várias provas, viagens, etc, onde fica o José Cruz não patinador? O José Cruz em casa é como? Divertido? Descontraído?

JC: Podem-me tratar por Zé! Não existe Zé não patinador, pelo menos nunca o conheci. A patinagem está entranhada em mim de uma forma que não será possível sair. O Zé Cruz dentro e fora dos treinos e competições é praticamente igual, só que nos treinos é mais alto (por causa dos patins). Tento sempre divertir-me, independentemente da atividade que estiver a participar, sou descontraido, talvez até demais, e tento viver a vida ao lado de quem mais gosto e que sei que realmente gosta de mim.

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