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Em Juniores Femininos a italiana Micol Zangoli prepara-se para continuar uma grande série de vitórias para o seu país. Foi campeã nacional neste seu primeiro ano de Júnior e as expetativas estão colocadas nela. Tem os principais saltos completos, o que lhe dão grande vantagem, mas não poderá cometer muitos erros, pois Gisele Soler neste seu derradeiro ano de Júnior quer conquistar o ouro que lhe falta. É a atual vice-campeã do mundo, conquistando-o por várias vezes, mas tem deixado sempre uma italiana ficar-lhe à frente. A sua experiência e confiança podem ser determinantes para derrotar finalmente as italianas. É ainda uma patinadora com imensa reputação e muito amada pelos fãs da patinagem, não só argentina. Michela Cima é também outra patinadora a ter em conta, a italiana tem também uma patinagem poderosa e vem aqui disputar as medalhas. Uma das atletas sensaçãoeste ano é a patinadora brasileira Bruna Wurst. Ainda jovem, pretende aqui afirmar-se no panorama internaconal e começar a ganhar pontos, como fez na Taça da Alemanha com uma medalha. As patinadoras espanholas não têm conseguido medalhas a nível mundial, mas são sempre atletas fortes, que com bons programas vão para o topo. Elisa Franch é medalha de bronze europeu e Carla Solé é campeã nacional. Saõ de um país com boa escola em Livres e têm todo o potencial. De Portugal temos Catarina Bicho e Madalena Serrão. Catarina tem pouca experiência internacional, comparando com outras patinadoras, mas lá fora apresenta-se sempre ao seu mais alto nível e o seu arsenal de saltos é extraordinário. Madalena Serrão é a campeã nacional e encontra-se cada vez melhor, mais segura, e com uma boa presença a nível artístico com uma patinagem já madura. Depois de um europeu com algumas falhas, poderão aqui conquistar ótimas posições se não cometerem o mesmo erro e o top 10 e até o top 5 é possível. Ashley Clifford (USA) teve no ano passado uma grande subida do Programa Curto para o Longo e pode surpreender.

Em Masculinos, Itália volta a colocar-se como favorita, especialmente Michel Sica, que já é campeão do mundo. Vem aqui renovar o título e provavelmente tem até alguma margem para pequenos erros. Marco Giustino também volta à prova mundial e depois de um terceiro lugar em Cali, quererá melhorar o mesmo. Terá sim que ser mais correto que em 2015, onde a prova, no geral, foi com muitos erros. Diogo Silva continua como favorito às medalhas, sendo um dos melhores patinadores do mundo neste escalão. Depois do bronze em 2014, quarto em 2015 e uma prata no europeu do passado mês, Diogo tem aqui uma ótima oportunidade para vencer mais uma medalha. Este ano está mais adulto, com coreografias mais complexas, mas terá que completar todos os seus elementos técnicos. De Espanha vêm David Aponte e Eloi Pascual. O primeiro não esteve muito bem em Friburgo, mas é um patinador com imenso potencial e vem também pela batalha das medalhas. Eloi foi vice-campeão nacional e é outro atleta para se ter em conta. Juan Lemos (COL) foi quinto no seu país no ano transato e teve um ano para vir com mais expetativas. 

 

Veja aqui  a Previsão do nosso convidado Paulo Santos para Patinagem Livre e Pares Artísticos Juniores.

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