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Os quatro Juniores nas competições de Solo Dance, nos Roller Games - Nanjing 2017, estão em posições de conseguir uma medalha na Dança Livre. Durante a madrugada de hoje em Portugal, Maria Beatriz Sousa e Daniela Dias, em Femininos, e José Cruz e Francisco Silva, em Masculinos, realizaram a Dança Obrigatória e a Style Dance, que infelizmente não foram transmitidas em direto.

Relativamente às posições, Maria Beatriz Sousa encontra-se na segunda posição, apenas atrás da italiana e terceira classificada no ano passado, Camila Barguino, a qual esteve muito bem na sua segunda dança, como pode ver aqui. Daniela Dias encontra-se também muitíssimo bem posicionada no terceiro lugar. O quarto posto pertence à argentina Nadia Villar, que está bastante próxima da portuguesa.

Na prova masculina, os resultados são bastante idênticos. Brayan Correño está, provisoriamente, na liderança da competição. O colombiano está com muita força nestes mundiais, onde já venceu a prata em Figuras Obrigatórias, e a sua Style Dance foi também executada de forma brilhante, com as suas elegantes linhas, como pode assistir aqui, não deixando ninguém indiferente. No entato, o campeão do mundo português, José Cruz, posicionou-se logo atrás no segundo lugar. Francisco Silva é quarto, mas muito próximo do italiano Massimiliano Antoneli, terceiro classificado. Aqui, e tal como nas Senhoras, haverá a luta pela medalha de ouro, entre os dois primeiros, como a luta pelo bronze, entre terceiros e quarto classificados.

Pode ver abaixo os resultados.

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E a um dia de começar as disciplinas mais esperadas pelos amantes da Patinagem Artística no World Roller Games 2017, começo por desejar a todos um ótimo campeonato e em especial à comitiva portuguesa que certamente dará o seu melhor do início ao fim da competição.

O dia 3 de setembro arranca com a disciplina de Solo Dance, nas Juniores é um pouco difícil nomear uma favorita, uma vez que teremos estreantes nesta competição que poderão ser uma surpresa, nomeadamente Maria Beatriz Sousa, atual campeã da Europa e Alessia Orsi atual campeã italiana. Claro que a italiana Camilla Barguino, 3ª classificada no Campeonato do Mundo 2016, não vai facilitar a vida às novas concorrentes e certamente que tudo fará para ultrapassar a classificação do ano passado.

Não podemos ainda esquecer o excelente desempenho das brasileiras e argentinas que têm vindo a demonstrar nos últimos campeonatos que poderão surpreender na busca por lugares cimeiros, bem como Daniela Dias (POR) que tem melhorado bastante a sua performance individual e que poderá arrecadar um excelente resultado.

Nos Juniores, obviamente que José Cruz com o seu carácter competitivo, a sua vontade de ganhar e o amor que demonstra ter à camisola portuguesa vai dificultar e muito a vida aos seus concorrentes, nomeadamente a Francisco Silva (POR), estreante mas também um excelente patinador e que procura um bom resultado neste seu primeiro mundial e a Brayan Carreño (COL) que no ano passado foi 3º classificado do Mundo. Os italianos, Massimiliano Antonelli e Luca Rossetti, também se estream nesta competição e certamente que irão lutar por alcançar uma boa posição.

No escalão máximo, não poderemos perder a competição de Seniores Femininos e Masculinos, a mesma poderá ser surpreendente. O português Ricardo Pinto, atual campeão nacional e vice-campeão do mundo, mais uma vez vai fazer tremer nomes sonantes como Daniel Morandin e Alessandro Spigai de Italia, mas obviamente que estes estarão sempre na corrida pelo ouro, contudo, a velocidade, a execução perfeita de passos, a  forte ambição e versatilidade do campeão da Europa, Pedro Walgode, outro português, poderá surpreender os juízes e tirar um dos nomes acima para fora do pódio, temos que acreditar!

Relativamente às  Seniores, a forte candidata ao ouro conforme tem sido nos últimos anos é Silvia Stibilj (ITA), a sua versatilidade, elegância, beleza e expressividade tornam difícil tirá-la do primeiro posto. Se assim acontecer, acredito que Mariana Souto e Ana Walgode (POR), excelentes atletas cheias de garra e atitude obriguem Viviana Osório (COL), Dalila Laneve (ITA), Ana Beatriz Toledo (BRA), Cecília Liendo (ARG) a não cometerem falhas, fortíssimo este escalão, uma prova a não perder!

Sílvia Almeida

 

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milleniumrgAntes da grandiosa cerimónia de abertura dos primeiros Roller Games - Worlds Championships FIRS - Nanjing 2017, a disciplina de Precisão realizou a sua competição, afinal com cinco equipas, três italianas e duas argentinas. Numa nível bastante elevado, o regresso dos argentinos Millenium foi o grande destaque depois da ausência no mundial de Novara.

Com uma fantástica presença, um tema moderno e diferente, proporcionando verdadeiro espetáculo, o grupo da Argentina voltou ao topo do pódio sagrando-se campeão do mundo e entregando mais uma medalha de ouro ao seu país. Desta vez, a Precision Team Albinea colocou para trás das costas os maus resultados dos últimos mundiais e terminou a prova no segundo lugar, confirmando o seu favoritismo italiano, eles que são campeões nacionais. Executaram um program muito difícil, no entanto, tiveram uma queda, o que lhe pode ter elimindo a vitória. Os vencedores da época anterior, os também italianos Sincro Roller ficaram com a medalha de bronze, mas também com um esquema de grande nível.

Quem ficou fora do pódio foi o conjunto Roller Dream, vice-campeão em 2016, mas alguns problemas durante a performance foram cruciais para um resultado à porta das medalhas. Monza Precision Team fechou a classificação.

Veja abaixo o resultado.

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Se amanhã tem início a competição de Solo Dance (ordem de saída aqui), na segunda-feira é a vez da de Patinagem Livre, mais precisamente com o Program Curto de Juniores Masculinos. Deste modo, hoje foi revelada o sorteio das várias provas na disciplina rainha da Patinagem Artística, bem como de Pares de Dança e ainda Grupos Pequenos.

Daniel Moniz é o terceiro de 18 patinadores, patinado assim logo no primeiro grupo. Em Femininos, Beatriz Silva irá competir com mais 27 patinadoras e realiza a sua primeira prova no número 19. No que concerne a Seniores, de um total de 38, a competição com mais atletas inscritos, Madalena Serrão é 9ª e Daniela Sardinha 33ª. Por fim, Diogo Silva é o 19ª e último patinador Sénior a fazer o Programa Curto.

Em Pares de Dança, os dois escalões registaram um fraco número de inscrições. Em Juniores Daniela Dias/ José Cruz e Maria Sousa/ Francisco Silva  vão competir com mais 5 duplas, sendo segundos e terceiros, respetivamente, na primeira dança. No entato, os pares encontram-se trocados na ordem de saída. Em Seniores vão ser apenas 6 pares, Pedro Walgode/ Ana Walgode são os terceiros e José Souto/ Mariana Souto os últimos.

Veja abaixo a ordem de saída.

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Este primeiro de setembro foi também dia para definir os novos campeões do mundo de Inline, a qual continua o seu caminho na modernização da modalidade com o novo sistema de ajuizamento, com um ligeiro aumento de participantes em relação a 2016.

Em Juniores Femininos, a italiana Chiara Censori foi a clara favorita, seguida pela russa Anastasia Nosova. O pódio foi completado por Hung-Yun Chien do Taipé. A americana, Kaylee Brogan, mais uma vez terminou no quarto posto. No sector masculino, Colin Motley (EUA) renovou o seu título, ele que tem vindo a ser uma das figuras internacionais desta particular disciplina e hoje apresentou uma performance muito boa. Abhijith Amal Raj (IND) e Bo-Yu Chen (TPE) ocuparam o pódio no segundo e terceiro lugares, respetivamente.

Em Seniores Femininos, Claudia Pfeifer, da Alemanha, foi também a grande vencedora, deixando para trás a francesa Serena Giruald, elas duas que disputaram o ouro de forma mais aguerrida. A italiana Metka Kuk venceu o bronze. Nos Homens, Yi-Fan Chen continua, tal como Motley, na sua linha vencedora, claramente o melhor patinador do mundo em Inline, no entanto, foi segundo no Programa Livre. Assim, o agora vice-campeão mundial é Antonio Panfili da Itália. O Taipé venceu mais uma medalha com o terceiro posto de Hung-Yu Chien, país que nesta disciplina consegue 4 medalhas, uma de ouro e três de bronze.

Com a adoção do novo sistema de ajuizamento os saltos incompletos foram totalmente retirados dos programas, com uma grande aposta nas transições dos elementos e em posições criativas nos piões. Isto levou a uma diminuição do nível apresentado, no enanto, a um maior número de provas perfeitas ou com menos erros e quedas.

Veja abaixo todos os resultados.

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Hoje começamos pelos Homens, pois Felipe Werle fez história em Nanjing ao conquistar a primeira medalha de ouro para o Brasil na disciplina de Figuras Obrigatórias. Ele que foi quarto classificado nas últimas duas edições e um favorito às medalhas, conseguiu assim ultrapassar toda a concorrência e sagrar-se campeão do mundo. O restante pódio não se alterou em relação a Novara, ficando Marco Santucci com a prata e Luis de Mattia no terceiro posto, não conseguindo mais uma vez revalidar um título que já foi seu. Desilusão para o recente Sénior, Tim Jendrick, da Alemanha, que foi apenas sexto, depois dos três argentinos, que se posicionaram do 3º ao 5º lugar.

Relativamente a Senhoras, as medalhas foram totalmente renovadas, expulsando Giselle Soler para a porta do pódio no quarto posto. Anabella Mendoz volta a vencer o campeonato do mundo de Figuras Obrigatórias Seniores, pela terceira vez, ela que começa a criar um determinado legado na disciplina em questão. Giada Cavataio (ITA), deste modo, subiu ao segundo lugar e a mais velha das irmãs Soler ao terceiro, como no ano passado. A antiga campeã Júnior não conseguiu assim impor-se a este poderoso trio ficando na quarta posição. Resultado positivo para mais uma sul-americana, a colombiana Juliana Giraldo que fechou o top 5. De novo as atletas alemãs terminaram em resultados como 6º e 8.

Finalizadas Figuras Obrigatórias, a Argentina reforça mais uma vez o seu estatuto de potência mundial, marcando presença em três pódios, e curiosamente também ocupando os lugares à porta das medalhas, exceptuando em Juniores Masculinos, onde apenas conseguiram o sétimo lugar.

Pode consultar abaixo os resultados de hoje e aqui os vencedores de Figuras Obrigatórias Juniores.

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A comitiva portuguesa está de olho nas disciplinas de Solo Dance e Pares de Dança como nenhuma outra nos World Roller Games, pois a grande maioria das medalhas conquistadas por Portugal nas últimas competições internacionais têm vindo dos patinadores de dança. Aliás, os campeões do mundo nacionais são todos de Solo Dance e em Nanjing há títulos para revalidar, outros para reconquistar e também estreias que têm tudo para dar certo.

Solo Dance 

Começando a nossa previsão por Juniores Femininos, a grande aposta de Portugal vai para Maria Beatriz Sousa, que acabou de se sagrar campeã europeia em Roana, após a sua Dança Livre e de subir de terceiro para o primeiro posto. Certo que a competição italiana pode ser mais feroz em Nanjing, mas a atleta portuguesa tem bons trunfos e uma reviravolta, como no europeu, pode ditar uma medalha para a seleção nacional. É claramente uma candidata ao pódio. Portanto, de Itália, Alessia Orsi e Camila Barguino são duas peças fortes da seleção transalpina, sendo a última medalha de bronze no ano passado. Mas verdade seja dita que nenhuma se impõe com um certo favoritismo, como outros atletas em certas competições, deixando espaço para outras concorrentes... Tal como Nadia Villar, da Argentina, que foi quinta em Novara, ou Bianca Ameixeiro (Brasil), oitava. São patinadoras que repetem a participação no escalão Júnior, já sem a concorrência de outras fortes atletas, que subiram para o escalão Sénior. Nadia, inclusive, venceu o Campeonato Sul-Americano de Patinagem Artística 2017, deixando no segundo posto a sua compatriota Chiara Girón, o que pode ser um bom pronúncio. Ambas já possuem alguma experiência internacionalmente. Uma competição marcada por nomes sul-americanos, como ainda Sofia Reiss (Chile). Daniela Dias, tal como Maria Sousa, estreia-se na prova mundial e claramente que tem potencial para um bom resultado, garantidamente com possibilidades para o top 5.

José Cruz é o Júnior com toda a atenção do mundo no Wutaishan Gymnasium, pois a ele pertence o título mundial. O seu objetivo é claramente revalidar a sua medalha de ouro e tem tudo para o fazer. No último Campeonato da Europa venceu facilmente e a sua Dança Livre é algo de único, inovadora e super trabalhada. Provavelmente difícil de ser batida, no entanto, precisa de estar no seu máximo pois a concorrência continua aguerrida... E pode vir de Portugal. Francisco Silva no seu primeiro ano Júnior consegue uma boa prestação em todas as suas provas e tem ficado sempre atrás do campeão do mundo. É mais um nome na luta pelas medalhas. Quem está com força nestes Roller Games é Brayan Correño que já venceu a prata em Figuras Obrigatórias e depois de duas medalhas de bronze em Solo Dance, este jovem talento da Colômbia que, sem dúvida nenhuma, ambiciona muito mais. Tem vindo a apresentar-se sempre muito bem e é um patinador nato. Pode ser a grande concorrência portuguesa nesta competição e estragar a festa. De Itália vêm Massimiliano Antonelli, terceiro no europeu de 2016, Luca Rossetti, vice-campeão do mundo mas de pares. Dois nomes a ter em conta, contudo Itália não tem conseguido criar novos nomes fortes nesta disciplina. O norte americano Charles Hamblin foi o sétimo classificado em Novara 2016 e pode vir com vontade de mais.

E sobre a prova do escalão máximo, o que dizer? Solo Dance Seniores Femininos é, provavelmente, a mais improvável destes Roller Games - Nanjing 2017. As grandes patinadoras continuam a competir e as melhores Juniores subiram a Seniores... São vários os sonantes nomes aqui. Começando pelo topo, Silvia Stibilj renovou e foi a vencedora do ano passado, inequivocamente, para os juízes, mas sabemos muito bem que fora de Itália Silvia pode tremer um pouco. Viviana Osório, a veloz colombiana, patina sempre com uma enorme velocidade, como mais ninguém, com uma presença muito forte e tem estado no pódio há vários anos. Tem hipóteses de vencer, mas é realmente uma tarefa difícil. Deste modo, uma medalha deve estar garantido, mais uma vez. O pódio de 2016 está todo presente, o qual foi completado por Cecilia Liendo (ARG), de forma um pouso surpresa. Este ano o sul-americano não lhe correu muito bem, mas depois do resultado do ano passado, é mais um nome para a lista de favoritas. Também deste país, Micaela Maglioco, a qual sim era uma das candidatas às medalhas de Novara, volta a tentar a sua sorte, depois do desastroso sétimo lugar. Este ano, voltou a vencer o campeonato internacional dedicado aos países sul-americanos. Ainda das favoritas do ano transato, Dalila Lanece (ITA) foi 4ª e, sem dúvida, que quer aqui ganhar mais uma medalha para o seu país, ela que é uma patinadora muito experiente.

Do norte de Portugal vêm as três principais "antigas" Juniores. Mariana Souto, vice-campeã mundial 2016, Ana Walgode, vice-campeã mundial 2015, e Ana Beatriz Toledo, do Brasil, que por cá treina e quarta nos últimos dois anos. O coração de todos ficou mais pequeno com a injustiça feita a esta atleta em Novara que foi varrida do pódio, depois de uma estrondosa performance que podia, e muito bem, vencer. Este ano sobe ao escalão máximo e, tal como Mariana e Ana, têm tarefas muito difíceis. Por melhores patinadoras que sejam, e são com toda a certeza, imporem-se em Seniores a patinadoras com imensa reputação a um nível mundial, é sem dúvida um caminho duro de percorrer. No entanto, têm do seu lado uma excelente patinagem, são prodígios da disciplina de Solo Dance, também já com muita experiência e têm traçado um histórico de medalhas excelente. Um deslize do grupo acima referido é logo uma via para as nossas patinadoras conseguirem um bom resultado e tudo, mas mesmo tudo, terá que rumar na mesma direção. O pódio não está longe. Há ainda Aline Sepho, atual 5ª mundial, Jessica Gaudy (EUA), Maria Paulina Perez (COL) e Alisson Kiger (EUA).

Nos Homens, há também dois grupos supostamente definidos na lista dos favoritos. Um até já criou raízes nos mundiais e é composto por três grandes atletas. Ricardo Pinto surge na China preprado para este campeonato, depois de no ano passado ter perdido o seu título que conquistou de forma fantástica em Cali. Na casa dos seus principais rivais também teria sido difícil, mas acreditamos que Pinto é mesmo o melhor patinador Sénior em Solo Dance e, por isso, se tudo correr bem, a medalha de ouro volta para a seleção nacional. Mas a concorrência é de patinadores, como ele, já campeões do mundo. Daniel Morandin foi o vencedor em 2016 e volta a competir para conquistar mais uma medalha. É, provavelmente, o maior concorrente do nosso português, contudo não tem a velocidade estonteante e trabalho de pés do português. Alessandro Spigai tem sido terceiro nos últimos anos, mas não deixa de também ter os olho no lugar cimeiro do podium. É mais uma competição a não perder e, claramente, com muita emoção.

Pedro Walgode foi este ano o escolhido para representar Portugal nos mundiais, depois de ter vencido o seu primeiro título em campeonatos do mundo na disciplina. É mais um patinador muito veloz e que capta a nossa atenção. Tem tudo para aspirar um excelente resultado e pode aproveitar-se das falhas dos principais favoritos. Felipe Werle, do Brasil, tem sido uma espécie de eterno 5º, sempre atrás dos dois portugueses e italianos, mas a sua patinagem não deixa ninguém indiferente. Agustin Revuelto, Argentina, é outro nome experiente nesta competição e o francês Hédi Megadi, que no ano passado não teve um resultado muito positivo.

 

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A competições começaram hoje em Nanjing, dando o pontapé de partida da Patinagem Artística nos primeiros World Roller Games com as Figuras Obrigatórias do escalão Juniores. Entre surpresas nos resultados e a confirmação de favoritismos, já há campeões do mundo com a natural emoção que a modalidade nos oferece.

O primeiro campeão do mundo a ser declarado na China foi Aaron Wunder, da Alemanha, que venceu deste modo os Juniores Masculinos, ele que era o grande favorito (Previsão Plurisports aqui). O não esperado nesta prova era a prata para o colombiano Brayan Carreño, que apenas foi 6º e 7º nas últimas duas edições. Brayan é sim um patinador conhecido pelas suas qualidades mas Solo Dance, arriscando-se agora a levar para casa duas (ou mais) medalhas desde Nanjing. Está provavelmente a fazer história para o seu país. Alessio Gangi (Itália) terminou com o bronze, ele que também ficou em terceiro em Novara.

Na competição feminina os resultados foram, de igual modo, surpreendentes, mas claramente compreensíveis. Gabriella Permatteo, dos Estados Unidos da América, sagrou-se campeã do mundo, seguida pela sua compatriota Emma Gloudeman, que ficou assim com a prata. Permatteo foi 12ª em 2015 e 6ª no ano passado, e era claramente alguém a ter em conta. Emma mostra também uma evolução desde a oitava posição do último mundial, dando assim as duas primeiras medalhas ao país norte americano. Por fim, o bronze coube à jovem Catalina Dominguez (ARG). Aqui, as favoritas Elena Donadelli, já medalhada várias vezes internacionalmente e segunda em 2016, e as alemãs Eleonora Tissen e Annalena Schmid não estiveram à altura de um resultado a corresponder as expectativas.

Pode ver abaixo todos os resultados.

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As provas nos primeiros World Roller Games já começaram e no próximo dia 3, Portugal estreia-se com as Danças Obrigatórias de Solo Dance em Juniores. Contudo já podemos avançar a ordem de saída dos patinadores portugueses nesta disciplina, incluindo o escalão Sénior.

Deste modo, e a abrir o dia de domingo, Maria Beatriz Sousa é a primeira a realizar a Dança Obrigatória, sendo que Daniela Dias é 13ª. Em Masculinos, o nosso campeão mundial parte para a primeira prova também na décima terceira posição e Francisco Silva é o décimo.

No que respeita à ordem de saída do escalão Sénior, Ana Walgode é a nona e Mariana Souto 16ª, de um total de 25 patinadoras. Nos Homens, Pedro Walgode é o terceiro a realizar a primeira dança, enquanto que Ricardo Pinto é o décimo e penúltimo.

Pode ainda ver abaixo a ordem de saída de Figuras Obrigatórias e de Precisão, onde infelimente apenas 4 equipas vão competir pelo título mundial (Previsão Pluriprots aqui).

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Imagem: Andreia Cardoso - Eventos sobre Rodas

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As provas dos Rollger Games - Nanjing 2017, onde decorrerá o Campeonato do Mundo de Patinagem Artística, estão quase a começar. É já no dia 31 de agosto que patinadores de todo mundo, do escalão Júnior, entram em pista para a competição de Figuras Obrigatórias. Neste último dia do presente mês têm também início os Programas Curtos de Inline, terminando esta primeira fase a 2 de setembro, com a disciplina de Precisão (Grupos), decorrendo também a cerimónia de abertura destes World Roller Games. A Plurisports começa deste modo as suas previsões...

 

Figuras Obrigatórias

Apesar de a sua prática não ser tão popular, as provas de Figuras Obrigatórias ao nível de um mundial são sempre interessantes, mesmo em Juniores. Aqui, em Femininos, o título este ano não deve escapar à italiana Elena Donadeli. Campeã italiana, europeia e segunda no ano passado em Novara, atrás de Giselle Soler. A sua concorrência vem principalmente do velho continente, da antiga/ atual potência nesta disciplina a Alemanha. Eleonora Tissen venceu a Taça da Alemanha e a prata em Roana. Já possui alguma experiência e é uma das candidatas ao pódio, depois do sexto posto no mundial de 2016. A outra italiana, Rebecca Galleti, completa o grande trio candidato ao pódio. Tem vindo a obter resultados na linha das primeiras duas patinadoras. O bom desempenho no dia 31 será a palavra-chave. A argentina Catalina Dominguez, a alemã Annalena Schmid, e, claro, as americanas Gabriella Permatteo e Emma Gloudeman, que foram 6ª e 8ª, respetivamente, no ano passado, são outros nomes na luta por um fantástico resultado.

Na secção masculina, os mesmos países voltam a ter destaque. Aaron Wunder, da Alemanha, foi campeão da Europa no início do mês e é um dos favoritos ao título, ele que foi quinto em Novara, mas mais uma vez Itália coloca-se com o vice-campeão europeu e bronze na edição do ano transato, Alessio Gangi. O americano Ian Heersink já traz alguma bagagem do ano passado e vai até Nanjing lutar por um lugar do topo. Os argentinos, Ellián del Mastro e Martin Machetti, não têm tantos registos internacionais, mas vêm da atual potência internacional em Figuras Obrigatórias. Há ainda mais dois participantes, um alemão e outro americano, Daniel Domascke e Charles Hamblin, que deverão surgir nos principais lugares.

Em Seniores Femininos há poucos lugares no pódio para tanto talento das principais candidatas. A lista de favoritas é mesmo grande. Da Argentina vêm três grandes patinadoras, como Anabella Mendoz, atual bi-campeã mundial Sénior, Giselle Soler campeã mundial Júnior várias vezes e Elizabeth Soler, terceira em Novara 2016. São três nomes que num dia "Sim" para a Argentina e um bom quadro de juízes pode varrer as medalhas para o país sul-americano. Quem vai estragar a festa é a italiana Giada Cavataio, outra grande atleta em Figuras Obrigatórias. Ficou com a prata no Campeonato do Mundo de Novara e tem vindo a subir no seu resultado de ano para ano. Pode em Nanjing vencer a medalha de ouro. A alemã Lina Goncharenko ainda não teve um pódio mundial, mas tem estado sempre lá perto, bem como a sua compatriota Lena Baeur. Juliana Giraldo, da Colômbia, é outra atleta que tem registado uma subida nos seus resultados em mundiais nos últimos anos.

Markus Lell, vencedor em 2016 e de inúmeras medalhas internacionais, não estará presente e por isso, o caminho está aberto para o já campeão mundial Luis de Mattia, Argentina, e o italiana Marco Santucci, que se tem dedicado e com sucesos a Figuras Obrigatórias. A estes dois patinadores pela luta das medalhas deve-se juntar Tim Jendrick, também da Alemanha, vice-campeão mundial Júnior e atual vice-campeão europeu. O brasileiro Felipe Werle foi quarto nas últimas duas vezes e pode ter também aqui uma oportunidade única de subir ao pódio. Esteban Bojorge (ARG) e Javier Buitrago (COL) são outros dois patinadores que se têm destacado no top ten nos últimos anos. 

 

Inline

A disciplina de Inline é das mais imprevisíveis, devido ao seu distanciamento da Patinagem Livre "tradicional". Surgem ainda novos patinadores, que começam a surgir provenientes da Rússia, ou outros países, e podem mudar toda uma história. Assim, e para nos focarmos no escalão máximo, em Juniores Colin Motley está de volta à prova mundial e é o campeão em título. Na competição feminina, a italiana Chiara Censori, a americana Kaylee Brogan são nomes a ter em conta, mas o título pode ir para patinadoras da Rússia se continuarem a aposta feita em Novara.

Assim sendo, no escalão máximo, e já com nomes experientes, a alemã Claudia Pfeiffer pode querer levar para casa o ouro que lhe escapou no ano passado, para a ausente Natalie Motley, ou mesmo a francesa Serena Giraud. A Argentina aposta forte com dois nomes, Lucia Kindebaluc e Ivana Nouet, e a Itália apresenta a experiente Metka Kuk. Aqui surge a dúvida, novamente, se patinadoras de outros países poderão participar. Em Masculinos, Yi-Fan Chen e Carlos Urquia vão mais uma vez discutir a medalha de ouro. Antonio Panfili (ITA) desceu para quarto no Programa Longo de Novara e, sem dúvida, que é uma aposta italiana a mais um pódio. Joshua Rols também estará em Nanjing, o francês que viu este ano o seu país apostar numa prova internacional de Inline. O antigo campeão do mundo da Índia, Anup Kumar Yama, é outro favorito, bem como Chen Lee (TPE), bronze em 2016, se se confirmar a sua participação.

 

Precisão

Sem grandes surpresas as medalhas em Precisão ou vão para os Grupos italianos ou para os argentinos. Sincro Roller (ITA) venceram no ano passado, na ausência da Millenium Team, mas parece que o super grupo argentino está de volta ao grande palco dos mundiais. Estes são os dois grupos principais à medalha de ouro, onde os detalhes podem fazer toda a diferença. Os vice-campeões mundiais, também sul-americanos, Roller Dreams, também vão estar presentes para que a batalha seja mais renhida. Quem não tem tido sorte em mundiais é a Albinea Precision Team que foram em 2016 mais uma vez últimos, mas nesta época voltaram a vencer os nacionais de Itália e foram segundos nos europeus. Nunca sabemos o que contar deste grupo. Este país participa ainda com Monza Precision Team.

 

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Sílvia Almeida comenta os Roller Games - Nanjing 2017

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